ASP.NET For The oWin

It’s been a while since my last post but I’m eager to come back blogging again.

I’ve started at a new job back in May supporting software development teams and since then I’ve been getting back up to speed with the .NET Framework and studying like crazy all things ASP.NET.

The ASP.NET stack has changed a lot in the ten years since the last time I looked seriously into it as a whole while preparing for certification exams. Using just user management and role management as an example, in the span of ten years ASP.NET went from ASP.NET Membership to ASP.NET Simple Membership to ASP.NET Universal Providers to ASP.NET Identity (to ASP.NET Core Identity? – I haven’t yet taken a look into that to see how different it is from its classical ASP.NET counterpart).

The good news is that for the most part it all has gone open source. I feel that not many people appreciate how much the source code worths as a learning tool.

Now let me get back into building an OAuth 2.0 authentication server using OWIN.

Sobre O Estado da imprensa escrita

Hoje pela manhã recebi a newsletter do Estadão.
Entre as notícias, uma me chamou a atenção: As 10 cidades mais baratas do mundo para turistas. E as 10 mais caras.

Clico no link e caio numa página onde só tem imagens. Todas com a mesma legenda:

“O site de planejamento e reserva de viagens TripAdvisor divulgou nesta terça-feira (19 de julho) o índice TripIndex Cidades, que identifica as cidades mais baratas e mais caras do mundo para turistas… … Confira a lista

A ênfase no “Confira a lista” é por minha conta. Não tem lista. Não tem o nome da cidade a qual se refere cada uma das fotos. Não diz quais as cidades mais baratas, tampouco quais as mais caras.

Olhando os comentários, vejo vários leitores reclamando sobre a falta de mais informações.

Faço uma busca no Google e entre as primeiras respostas vem um link para uma “matéria” no próprio Estadão: As cidades mais baratas do mundo para turistas; veja lista.

Ênfase no “veja lista” [sic] por minha conta. Não tem lista. De novo.

Faço nova busca no Google. Desta vez procurando pela fonte, o próprio TripAdvisor. A pesquisa trás links para vários sites que de alguma forma reproduzem a notícia. Finalmente encontro um link para a fonte que está em inglês.

Decido postar o link nos comentários para facilitar a vida de outros leitores.

Vejo o comentário de outro leitor dizendo que o nome das cidades está lá sim. Basta passar com o mouse em cima da imagem, que aparece uma tooltip com o nome da cidade. (In)felizmente, meu celular não tem mouse.

Meu interesse pelo assunto acaba. Já tenho o que eu queria. A informação. Direto da fonte. E a vida segue.

São Paulo Aluga

Ontem fui fotografar o Mercado Municipal de Pinheiros durante a FotoJornada. Depois de ter fotografado o que queria no mercado, resolvi dar uma voltinha pelos arredores.
Mais uma vez, encontrei no comércio reflexos da crise que afeta a nossa economia.
Em pouco mais de meia-hora, fiz 11 fotos de pontos comerciais térreo que estão desocupados esperando que alguém os alugue.
Entre as imagens, o exemplo emblemático de um shopping (de boxes) inteiro posto para alugar.
Por ter uma economia mais diversificada, a crise neste pedacinho de Pinheiros não é tão aguda e visível quanto no Bom Retiro, mas ainda assim, chama a atenção. Clique na imagem para ser redirecionado para o Flickr e ver as 11 imagens captadas ontem.

São Paulo Aluga

A seguir, temos um mapa onde pode-se ver os locais onde foram feitas todas as 164 imagens parte da série. Clique em qualquer marcador para expandir o agrupamento ou para ver a imagem produzida naquele local.

E clicando na imagem abaixo, você será redirecionado para o Flickr, onde poderá ver todas 164 as imagens da série.

São Paulo Fecha as Portas

Retrospectiva de 2015

2015 foi um ano “interessante”. Depois de bastante tempo onde o plano era não ter plano, eis que resolvi dar uma nova guinada.

Corrida

Voltei a correr no finalzinho de 2014. Vinha treinando bem, ganhei ritmo e cheguei a completar uma meia-maratona. Mas no segundo semestre eu dei uma relaxada nos treinos e pra fechar o ano com uma certa vergonha, saí uma única vez para correr agora em dezembro – e foram míseros 2Km.

A única coisa que salvou dezembro de um vexame total e retumbante foi que esses 2Km foram percorridos descalços no chão duro com o calçamento variando entre pedra portuguesa, asfalto e concreto. Apesar de algumas bolhas no pé, a experiência me fez querer mais.

Retrospectiva 2015 - Corrida
Retrospectiva 2015 – Corrida

Peso

Juntamente com a volta aos treinos, passei a tomar mais de cuidado com a alimentação. Não tanto quanto a quantidade, mas sim com a regularidade e a qualidade do que eu vinha comendo.

Havia mais de uma década que eu não tinha o hábito de tomar café da manhã regularmente. Num dia típico eu chegava até a hora do almoço com somente duas canecas de café com leite no estômago. Isso não faz nada bem para o nível de insulina no organismo.

Por volta de fevereiro ou março, eu procurei passar a tomar café da manhã nos primeiros 30 minutos depois de acordado. E garantia a ingestão de pelo menos 30g de proteína, mais uma porção de carbohidratos e mais uma porção de algum vegetal. Procurei não ficar mais que 3 ou 4 horas sem comer alguma coisa.

Praticamente abolí o consumo de carbohidratos brancos e/ou refinados como arroz, derivados de trigo como pães, macarrão, bolos, biscoitos, etc. das refeições diárias deixando-os para ocasiões “especiais”. A ingestão de carbohidratos vinha basicamente de coisas como feijão, grão-de-bico, lentilhas, etc.

Mas depois de alguns meses eu comecei a relaxar e a coisa descambou de vez em setembro depois que voltei a trabalhar. Apesar de continuar tomando café da manhã, eu troquei o combo proteína+carbohidrato+vegetal por granola – que apesar de relativamente saudável, acredito ser pior do que eu vinha comendo.

De forma geral, continuo seletivo na hora do almoço e raramente pego arroz ou algum tipo de massa. Mas é no intervalo entre as refeições que o bicho pega. Lá no trabalho tem uma mesinha com café, chá, torradas e… biscoitos recheados. E biscoito, você sabe, é basicamente trigo ultra processado, gordura vegetal e açúcar – uma verdadeira bomba. É difícil resistir, então facilita muito quando eu levo alguma coisa de casa.

O resultado da redução da carga de treinos e da relaxada na alimentação é que depois de chegar ao meu melhor peso em provavelmente duas décadas, eu voltei a ganhar peso. Ainda estou melhor que no começo do ano, mas tenho que tomar cuidado por que já são três meses seguidos ganhando peso.

Retrospectiva2015 - Peso
Retrospectiva2015 – Peso

Fotografia

Em 2015 eu praticamente deixei as paisagens naturais de lado e foquei em temas urbanos como street, documental e arquitetura.

Se por um lado eu tive uma pequena decepção quando nenhuma foto minha foi aceita na XIX Bienal de Arte Fotográfica Brasileira em Cores de Ribeirão Preto, eu tive uma fotografia aceita no 5º Salão Nacional de Arte Fotográfica de São Caetano do Sul, algumas imagens destacadas no blog do Flickr (1, 2, 3, 4), um prêmio no concurso mensal da Angel Foto, etc.

2015 também foi o ano em que a fotografia começou a render algum dinheiro através de licenciamento e da venda de prints.

Livros

Biblioteca Mário de Andrade
Biblioteca Mário de Andrade

Comecei o “ano” em março lendo The 4-Hour Workweek do Tim Ferriss. O podcast do cara é excelente. Ele entrevista pessoas dos mais diversos backgrounds em busca identificar o que as torna únicas em suas respectivas áreas de atuação. Já o livro tem idéias interessantes, mas alguns trechos parecem snake oil. No geral, acredito que valeu a pena ter lido o livro, mas ainda prefiro o podcast.

Uns tempos depois comecei a ler o excelente Capital in the Twenty-First Century – que estava na minha To Do List havia alguns meses. Este é um livro que estou lendo devagar já que em alguns momentos o Thomas Piketty carrega no economês. O bacana do livro, é que o argumento do cara sobre a riqueza, renda e desigualdade é baseada em dados – não em viagens teóricas ou retórica.

A partir de julho eu comecei a comprar alguns livros técnicos para ajudar na construção de um site que estou/estava desenvolvendo. Entre eles, o excelente JavaScript: The Definitive Guide e alguns sobre CSS.

Com a volta ao trabalho em setembro, eu comprei um monte de livros para me atualizar na plataforma Microsoft. Entre eles, o excelente CLR via C#.

A partir do finalzinho de novembro eu voltei a ler alguns livros não-técnicos que estavam na minha To Read List já havia bastante tempo.

O primeiro deles foi o The $12 Million Stuffed Shark: The Curious Economics of Contemporary Art para entender um pouco a economia por trás do mercado de arte. Bem distante (mas muito, muito mesmo) da realidade das minhas “fotinhas”, mas ainda assim, uma leitura bem interessante. Resumindo a estória: Segundo o autor, o mercado de arte contemporânea é movido mais por vaidade, status e marketing do que pela qualidade da arte em si.

Depois peguei pra ler outro livro que estava na lista já haviam vários meses e que volta-e-meia eu me pegava pensando que em algum momento eu tinha que ler: The Information Diet: A Case for Conscious Comsumption

O livro faz uma analogia interessante entre o consumo de informação e o consumo de calorias (alimentos). O texto tem idéias interessantes, mas por ter ficado na wish-list por tanto tempo, talvez eu tenha criado expectativas de mais.

Um insight interessante do livro é que muita gente ao vasculhar a web, jornais ou o noticiário está na verdade procurando por afirmação e não informação. Eles não querem os fatos. Só querem uma opinião baseada em parte dos fatos. A parte que coincide e reforça a opinião deles.

Trabalho

Depois de dois anos de período sabático, em setembro eu voltei a trabalhar com TI. Mais especificamente com o desenvolvimento de sistemas na plataforma Microsoft.

Eu já tinha tido um gostinho do que seria voltar a programar enquanto estudava JavaScript para desenvolver o site para um dos meus projetos pessoais. Mas trabalhando por conta própria – e durante o meu sabático em particular – a realidade é que eu fazia o que eu queria quando bem entendia – o que na prática quer dizer que não saia muita coisa.

No trabalho, a coisa é diferente. É bacana, é desafiador e o que é melhor: Tem resultados palpáveis. Depois de fazer alguma alteração qualquer, basta executar a aplicação ou os testes automatizados com o profiler ligado para ver o resultado do trabalho. Ver um memory leak ir embora ou o tempo de processamento de uma rotina cair de hora e meia para menos de cinco minutos é muito, mas muito legal! É bom estar de volta!

Saideira

Sol, Praia e Cerveja Gelada
Sol, Praia e Cerveja Gelada

2015 foi um ano de despedidas, de encontros e reencontros. Foi também um ano fechar um ciclo e de alguns recomeços.

Que 2016 seja um ano porreta!

 

P.S.: Continuo firme e forte no Cold Shower Therapy há mais de um ano. Saia da zona de conforto!

Tem Mas Acabou

Hoje foi o último dia do meu período sabático. Amanhã eu volto a trabalhar com desenvolvimento de sistemas.

Há pouco mais de dois anos quando pedi demissão do meu último emprego, a única coisa que eu sabia era que queria passar um tempo viajando, fotografando e fazendo o que mais me desse na telha.

Nos últimos meses volta-e-meia eu me pegava perguntando a mim mesmo: “Afinal… O que foi que eu fiz nesse tempo todo?!?”

Bom… Até pra que eu não esqueça, segue um breve relato (que será ainda mais resumido já que já andei falando sobre algumas dessas coisas aqui no blog):

De agosto de 2013 até janeiro de 2014 eu viajei bastante pelo Brasil (Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Piauí, Espírito Santo e Bahia) e dei uma esticadinha pro Chile.

Tirando a viagem pra Minas e parte da viagem pra Bahia, o objetivo principal das outras viagens era fotografar. E as viagens renderam.

Essa foto ai embaixo foi feita no Deserto do Atacama no Chile e acabou se tornando a minha primeira venda no sistema royalty-free pelo 500px Prime.

Já a foto abaixo foi feita nos Lençois Maranhenses e foi aceita no 5o Salão Nacional de Arte Fotográfica.   Areia, luz e sombras

 

Diferentes circunstâncias fizeram com que ainda no início de 2014 eu parasse com as viagens e decidisse focar na feitura de imagens sobre a cidade de São Paulo.

Andei muito pela cidade. Fotografei muito. Muita coisa já andei soltando por aí no Facebook, Google+, Instagram, Flickr, etc. Outras coisas continuam inéditas.

Mapa com locais de fotos feitas em São Paulo
Mapa com locais de fotos feitas em São Paulo

Em 2015 continuei, mas diminuí um pouco as andanças pela cidade e comecei a trabalhar nos sites pra dar vazão às imagens feitas. O primeiro a ser “lançado” foi o http://alfredmyers.photography – feito às pressas depois que resolvi tirar lá no 500px.

O site com as fotografias sobre a cidade de São Paulo está tomando muito mais tempo do que eu imaginava inicialmente. O maior motivo pra isto é que conforme a montagem do site foi avançando, eu senti falta de textos que acompanhassem as fotos. Para escrever os textos, eu fui atrás de pesquisar os locais fotografados. Uma coisa leva a outra e quando eu vi, eu estava trabalhando em um outro site – não o que eu tinha idealizado inicialmente.

Pra piorar a situação, eu não estou contente com o desempenho do site. Ele está bem pesado por conta da quantidade de imagens e a forma como o WordPress lida com elas.

Durante o último mês eu mergulhei de cabeça no estudo de JavaScript. Ainda não terminei de ler o livro mencionado no post sobre o assunto, mas estou quase no fim. Na sequência, o plano é ler alguns livros sobre CSS e depois uns livros sobre desempenho voltado pra web.

Com tudo isso e a minha volta ao trabalho, o ritmo de desenvolvimento do site já diminuiu e o plano atual é lança-lo em janeiro de 2016 no aniversário da cidade de São Paulo. Vamos ver… vamos ver…

Wish me luck!

 

Bye, bye Locaweb! Não sentirei saudades…

Meu primeiro domínio de internet foi criado para a empresa que tenho no começo de 1999.

Já faz bastante tempo e sinceramente não lembro se hospedei de cara na Locaweb ou se eu hospedei primeiro no provedor de internet da cidade onde morava na época e depois transferi pra Locaweb.

Em todo caso, o primeiro registro transações com a Locaweb que eu ainda tenho data de 2006.

Em todo esse tempo como cliente da Locaweb, a sensação que fica é que a Locaweb é um provedor de hospedagem que não dá problema – desde que você não precise mexer no que está lá. E isso pode ser um problema bastante sério num ambiente como a internet onde as coisas estão mudando – e por consequência sendo mexidas – o tempo todo.

O plano contratado na Locaweb consistia basicamente em um site e “n” caixas de e-mail.

O site não dava problema já que como eu não estava mais operando a empresa, não tinha o que mexer. Inclusive, depois de um tempo por falha minha, a hospedagem descartou os arquivos do site que ficou vazio desde então. Até aqui, tudo bem.

Já a parte de e-mail eu continuava usando, principalmente para uma idéia que eu tive para diminuir a quantidade de spam que eu recebia. A idéia consistia em criar um alias específico para cada site que exigisse um endereço de email para fazer login.  Todos os alias apontavam para a mesma caixa de e-mail e assim, tudo ficava concentrado numa única caixa postal. Caso o endereço do alias vazasse para algum spammer, era só questão de excluir aquele alias em específico. Um pouco trabalhoso, mas extremamente eficiente.

Pois é… Aqui começam os problemas: Toda vez que eu precisava criar um novo alias, eu tinha que esperar no mínimo duas ou três horas para que o alias entrasse em funcionamento. Não muito eficaz já que geralmente os sites te enviam um email com link de confirmação assim que você pressiona o botão de conclusão do cadastro. Na minha santa paciência, eu interrompia o cadastro, criava o alias, e continuava o cadastro horas depois.

Agora compare isto com o Google Apps que contratei no ano passado. Os alias entram em funcionamento instantaneamente!

Há algumas semanas quando eu decidi usar WordPress, a minha primeira opção foi a de usar o contrato que eu já tinha com a Locaweb.

Mais uma vez começam os problemas…

O meu site estava hospedado num servidor Windows Server 2003. Abri um chamado para atualizar para a versão mais recente que eles disponibilizam: Windows 2008.

Entre o pedido e o início do atendimento algumas horas depois, eu acabei descobrindo que o ambiente Windows oferecido por eles não disponibilizava todos os recursos necessários para o funcionamento total do WordPress. Um dos recursos do WordPress não suportados eram as URLs amigáveis.

Pedi para o helpdesk para que eles segurassem o upgrade até que eu entendesse melhor a situação. Pesquisando o material disponibilizado no site deles, não encontrei muita coisa além da falta de suporte para URLs amigáveis.

Em todo caso, como as URLs amigáveis são importantes para SEO, eu resolvi entender melhor a oferta de Linux deles para uma eventual mudança de plataforma. No entanto, eles não tem nenhum comparativo entre os recursos disponibilizados para cada um dos ambientes para auxiliar nesta decisão.

Como eu já não tinha mais nenhuma dependência em componentes de infra-estrutura do Windows para rodar o site, que afinal seria refeito do zero, resolvi arriscar a ida para o ambiente Linux mesmo com conhecimento zero da plataforma.

Nesse momento, o atendente me informou de que eu precisaria fazer um backup local de todos os meus e-mails. Mas peraí! A oferta de e-mail da Locaweb não roda na mesma infra-estrutura do servidor web. É provável que nem rode em Windows! Segundo o atendente, isso era necessário já que a mudança de plataforma exigia o término do plano atual e a contratação de um novo plano seguindo a estrutura atual de preços. Ou seja, eu poderia fazer upgrade do Windows e continuar com o plano atual, mas se quisesse migrar pra Linux, teria de mudar de plano.

Nem tudo era ruim. A nova estrutura de planos era mais barata, mas agora eram dois problemas: Backup dos e-mails e mudança de plano/contrato. O problema não era técnico. Era um problema simplesmente burocrático. Alguém lá inventou essa regra que agora estava sendo imposta a mim.

Eu que não gosto nem um pouco de ser forçado a fazer coisas que não fazem sentido, desisti de migrar pra Linux e reiniciei o processo de upgrade para Windows 2008 para fazer uma experiência e ver até que ponto o WordPress era suportado.

Depois deles terem feito o upgrade, eu comecei o processo de tentar instalar o WordPress. Primeiro usei o instalador deles para instalar o MySQL, pré-requisito do WordPress. Depois tentei usar o instalador deles pra instalar o próprio WordPress, mas o instalador deu pau. Acionei o helpdesk e eles terminaram de instalar.

Nesse momento, o WordPress estava funcionando no site principal. Depois de pesquisar bastante e apanhar um pouco eu consegui botar até as URLs amigáveis pra funcionar. Pensei: “Agora vai!”

Apanhei mais um bocado para descobrir que para instalar plug-ins eu tinha que escancarar as permissões de escrita nas pastas necessárias. E apanhei de novo para descobrir como fazê-lo já que a versão mais recente do Painel de Controle da Locaweb não suporta a funcionalidade. Tive que navegar por links e links entre a versão atual e versões antigas do site (que ainda estão no ar) para achar a ferramenta que possibilitava isso.

Mas enfim, as URLs amigáveis estavam funcionando e eu tinha conseguido instalar alguns plugins. Aleluia!!!

O próximo passo era testar com o blog, já que o blog já tinha bastante conteúdo. Configurei um domínio adicional (este aqui, o alfredmyers.com), importei o conteúdo e BAM! As URLs amigáveis não funcionavam no domínio adicional. Passei o dia todo pesquisando e tentando criar uma regra que funcionasse em domínios adicionais – sem sucesso.

Enfim, tinham me convencido a migrar pra Linux. Mas para isto, eu teria de resolver o problema de fazer um backup local dos e-mails. Vejam que isto é um problema quando você não usa um cliente local de e-mails há 18 meses. Tirando as apps de celular Inbox by GMail (pra uma conta GMail que tenho) e do GMail (pra conta de email do Google Apps), eu não uso clientes locais de e-mail pra nada. No laptop só uso webmail. Para. todas. as. contas.

Depois de passar horas vasculhando emails e excluindo tudo o que não era mais necessário, cheguei a umas vinte e poucas mensagens que eu achava que realmente precisava guardar. Dei forward de cada uma delas para minha conta no GMail onde seria fácil encontrá-los com a ferramenta de buscas.

Problema do email “resolvido”!

Fui dormir pensando em no dia seguinte solicitar a migração pra Linux, mas quando acordei, me veio a idéia de que talvez fosse bom manter a hospedagem Windows na Locaweb e contratar hospedagem Linux em algum outro lugar. Assim, eu teria um ambiente Windows disponível caso decidisse desenvolver alguma coisa (todo o meu know-how de desenvolvimento é em ambientes Microsoft) e um outro ambiente em Linux onde eu poderia rodar o WordPress. De quebra, eu poderia ver como é trabalhar com outros hostings que não a Locaweb. A idéia parecia interessante.

Como eu já tinha comprado vários domínios com a name.com, me pareceu razoável contratar o hosting com eles. Em 25 minutos eu:

  • contratei e paguei por um ano de hosting Linux;
  • alterei os registros de DNS do blog (alfredmyers.com) saindo da Locaweb para o name.com;
  • instalei MySQL e WordPress usando uma ferramenta que eu não conhecia, o cPanel;
  • fiz um backup do conteúdo deste blog no servidor anterior;
  • restaurei o blog neste servidor;

25 minutos! Deixa eu repetir: 25 minutos!! 25 minutos!!!

Vejam… Eu me bati por dias tentando por a coisa toda pra funcionar na Locaweb e em 25 minutos tudo estava instalado e funcionando no name.com.

Quer dizer, quase tudo. No laptop que usa servidores DNS do Google, o site apontava para o novo host. Em devices que usavam servidores de DNS brasileiros, o site continuavam apontando para a Locaweb.

Um breve parênteses: Não dá pra fazer uma comparação direta entre os tempos gastos na Locaweb e no name.com já que houveram várias indas e vindas na Locaweb, mas dado que o instalador de WordPress deles não funcionou e que cada iteração com o help-desk leva no mínimo 2 ou 3 horas pra ter resposta, a diferença de tempo para executar qualquer procedimento é bem significativa.

Voltando: Depois de dois dias esperando que revogassem a autoridade sobre o domínio, já cansado, fui direto pra Ouvidoria e abri uma reclamação. Na sequência liguei pra eles e a moça que já estava com o meu caso em mãos, providenciou a liberação. Em instantes, os servidores DNS brasileiros estavam apontando para o novo host. Agora sério… Me diz: Precisava eu abrir um caso na ouvidoria e ligar?

Ficou claro pra mim, que havia alguma coisa muito errada na minha relação com a Locaweb. Mas sem saber, eles próprios se encarregaram de desfazer a única amarra que ainda me prendia a eles: o email.

Entrei na Central de Atendimento para solicitar o cancelamento de contrato e mais uma vez, o sistema havia sido alterado. Já não era mais possível cancelar o contrato pela web. Era preciso ligar para eles e assim o fiz.

Na saída, ao terminar o cancelamento eu perguntei se eu não teria problemas com a Locaweb não revogando a autoridade sobre o meu domínio principal. A moça muito prestativa e atenciosa disse pra eu ficar descansado que tudo estaria resolvido quando os registros de DNS fossem propagados em no máximo 72h. 240h depois, eles ainda não o fizeram…

Bye, bye Locaweb! Não sentirei saudades…

Porque usar WordPress?

Continuando de onde parei no último post, eu estava escutando o podcast do Tim Ferriss enquanto corria. No episódio em questão, ele estava num bate-papo com Matt Mullenweg, um dos criadores do WordPress.

Entre outras coisas, eu fiquei sabendo que o WordPress havia deixado de ser uma plataforma somente para blogs e tinha evoluído para ser um CMS (content management system – sistema de gerenciamento de conteúdo). Soube também que o WordPress era usado em 22% da web!

Chegando em casa eu dei uma pesquisada e descobri ainda que:

  • Existem por baixo 2.500 temas diferentes para WordPress;
  • Mais de 37.000 plugins;
  • Um dos plugins em particular, o JetPack, cuidava de alguns dos problemas de desempenho que andavam me preocupando lá nos portfólios do 500px;
  • Encontrei vários artigos falando sobre temas de WordPress voltados para fotógrafos e fotografia;
  • Você pode criar seu site ou blog no WordPress.com usando a infra-estrutura gerenciada pela Automattic ou rodar fora do ambiente deles, self-hosted.
  • Existe um amplo ecossistema em torno do WordPress com milhares de desenvolvedores, web designers, etc. Com isto é fácil encontrar suporte.

Decidí prototipar um site no WordPress.com. Em menos de dois dias, eu estava com um protótipo de site com a estrutura básica de navegação montada e com cerca de 50 páginas e mais de 200 imagens no ar.

Estava decidido: Os sites seriam construídos com WordPress!

Comparando os recursos oferecidos pelo WordPress.com com o que eu teria disponível se optasse por self-hosting, ficou claro pra mim que eu teria que partir para o self-hosting. Só para ficar em dois exemplos, nem o Google Analytics, nem o Google Adsense são suportados no WordPress.com, mas existem plugins para ambos na versão self-hosted.

O próximo passo era decidir pela empresa de hosting, mas isso vai ficar para o próximo post…

Restart Part 2: Loading…

No começo do ano passado eu soube que a Donuts tinha começado a operacionalizar uma série de novos gTLDs, entre eles, o .photography.

Num impulso eu comprei alguns domínios diferentes aproveitando o fato de, por conta do “.photography” ter sido recentemente lançado, vários nomes interessantes ainda estavam disponíveis e relativamente baratos.

Fiz o óbvio que foi segurar o meu nome (alfredmyers.photography). Os outros domínios podem ser vistos como uma reserva estratégica para garantir que eu tivesse bons nomes de domínio caso eu viesse a implementar algumas das idéias que eu tinha na cabeça.

Durante boa parte do ano passado eu trabalhei na pesquisa e coleta de material para um segundo projeto que ainda está em andamento e que será hospedado em um dos domínios que foram comprados na época.

Voltando ao alfredmyers.photography, eu decidi implementar o site usando a plataforma de portfólios do 500px. Não demorou muito, no entanto, pra eu perceber suas limitações:

  • Número limitado de templates, ou seja, as diferentes caras que podem ser dadas ao site;
  • Limitações quanto a customização dos templates, ou seja, até que ponto você pode mudar a cara do site depois de ter escolhido um dado template como ponto de partida;
  • Eco-sistema pequeno. O que põe em dúvida a viabilidade econômica e o consequente desenvolvimento contínuo da plataforma. Por exemplo, o braço de venda de prints e wall art do 500px será fechado no final deste ano.
  • Desempenho sofrível. Antes de fazermos um upgrade no plano de banda larga daqui de casa, o primeiro acesso à página inicial do meu site demorava em média 45 segundos para carregar. Neste meio tempo, o visitante era contemplado com nada além de uma espécie de ampulheta. Com boa parte das pessoas migrando sua navegação cada vez mais para dispositivos móveis usando 3G, etc, o desempenho do site era simplesmente inaceitável.

Depois de avaliar algumas alternativas e sendo o control-freak que sou, eu cheguei à “brilhante” conclusão de que deveria estudar os fundamentos de programação web moderna e fazer tudo do zero para ter controle total sobre a plataforma e seu desempenho. Eu já tinha conhecimento anterior de HTML e Javascript. Era só questão de eu me atualizar. Quão difícil a empreitada poderia ser?!? Mergulhei a cara na web e estudei todo o material disponibilizado pelo Google.

O problema é que construir o que eu tinha em mente era uma tarefa dantesca e toda vez que chegava a hora de botar a mão na massa, eu arrumava alguma outra coisa “mais importante” pra fazer. Acho que era o meu subconsciente me dizendo “Isso vai dar merda, Capitão!”.

A questão só foi resolvida recentemente quando, escutando um podcast durante uma corrida matinal, fiquei sabendo de algumas informações e características interessantes a respeito de uma plataforma que eu havia descartado prematuramente e que basicamente eu vinha ignorando até então.

Mas isso vai ficar para o próximo post…